sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Welcome to the jungle!

 

  Hoje, 20.01.2012, inicio este blog. Tal como a "Luiza do Canadá" reputo ser este ato uma "falha da Matrix", pois quando acordei às 08:13 desta bela manhã de sol (com algumas nuvens... poucas nuvens) não tinha em mente dedicar energia e atenção à publicação de textos. 
  Tal fato se deve, fundamentalmente a um texto, que postarei em seguida, redigido no Facebook e que teve agradável recepção por parte de alguns amigos. Sugestões afloraram no sentido de que seria uma ideia promissora  a manutenção de um blog. Bom, "challenge accepted"!!! Vamos ver no que dá a coisa toda.

  Um ato que se pode fazer é definir balizadores temáticos para os textos aqui publicados. Fico feliz em perceber que isso não é necessário, visto a liberdade que existe na produção textual espontânea. Logo, apenas escreverei... em ritmo (de festa... : P) "que der na telha"...
  O título do blog pode sugerir algum balizador, ou seja, trata-se de um "theatro" (com th mesmo, pra ficar style... ou não... ) da "societatis" em que vivemos. Pelo que percebo do mundo tudo é a sociedade. Assim, o primeiro elemento da "fórmula", o sistema social, se justifica pelo fato de determinar muita coisa, e, nos tempos de hoje, as fronteiras entre a individualidade e a coletividade acabam sendo tão difusas que é praticamente impossível determinar onde começa e onde termina o "ser" e o "conviver". Hoje, "conviver" é "ser", sendo a recíproca verdadeira, obviamente. O segundo elemento, "teatral", se refere a uma ideia, que fora construída por uma amiga, KAREN MORBINI, de que "no passado se era pelo "ser", depois, "ser" passou a ser "ter" e hoje "ser" é "parecer". Transcendendo os limites do "ethos" consumista, a amistosa criaturinha percebeu que  hoje as pessoas não buscam sua realização tão só pelo possuir algo, e sim, pelo "parecer" algo. Constatação magnífica, na minha opinião.
  Quando se "parece" algo, podemos entender que a sociedade é um show teatral., algo fictício, mas que emociona, envolve, toca, tanto quanto a realidade. Choramos vendo um filme, ou sofrendo por um "amor perdido" (pretendo escrever alguns tópicos sobre amor... não que eu possua propriedade para tanto, enfim).
   Assim é a sociedade, uma encenação. Assumimos "papéis" - no sentido psicológico mesmo - e os desempenhamos. Somos estudantes, festeiros, estagiários, empregados, filhos, pais, cidadãos (é... cidadãos sim... desempenhando talvez o papel de "cidadão antagonista") ... cada um é um ser, diferente, em um espetáculo diferente, mas que compõe uma epopeia incrível. 
  Desse modo, temos um todo, um plano de fundo para o que aqui será apresentado. Faço votos de que seja útil e traga algo de positivo para os leitores que debruçarem sua atenção sobre os temas aqui propostos.

^^

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